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Sexta-feira, 22 de Maio 2026
Esportes

Cartão vermelho pro esquema.

Ednal....s e Arleuuusss

Júlio Castro
Por Júlio Castro
Cartão vermelho pro esquema.
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O Brasileirão começou atrapalhado, feio, contestado, um retrato da administração do esporte no País. Onde os poderosos, milionários e arrogantes dirigentes dos Clubes, afirmam sem constrangimento que se sentiram obrigados a gabaritar a reeleição de Presidente da CBF. Sim, as mesmas pessoas que só admitem elogios dos torcedores e da imprensa, cuspindo gafanhotos quando criticados e que controlam seus diretores e conselheiros com mão de ferro, tentando na maioria das vezes a perpetuação no poder. Dirigentes que controlam orçamentos bilionários, autorizam negociações que envolvem somas vultuosas e controlam folhas salarias gigantescas, se comportaram como carneirinhos no processo eleitoral mais importante do futebol. Consequentemente, acompanhamos envergonhados e até mesmo indignados, escolhas duvidosas para o comando da Seleção, além das recusas de Técnicos estrangeiros, que antes sonhariam com um aceno da CBF e viriam voando para cá e hoje, quando respondem, dizem preferir outros projetos. Para certificar ainda mais a bagunça os árbitros não quiseram ficar de fora do vexame e resolveram alcançar o ápice das asneiras, tomando decisões erradas, muito erradas a toda rodada. Sempre existiram erros, mas este ano a coisa azedou, culminando com os oito minutos de análise do VAR, que não validou o gol do Fortaleza, com a explicação que não alcançaram a certeza de que a bola cruzou completamente a linha do gol. Oito minutos, atletas parados, torcedores aguardando, num lance simples que a olho nu já não gerava muitas dúvidas e no vídeo ficava claro, mas eles erraram. Ou a arbitragem está forçando a profissionalização ou os cursos, treinamentos e averiguações estão erradas.  Assim caminhamos preocupados, mirando a próxima Copa, não com uma pulga, mas um elefante atrás da orelha.  Mais uma turma que gosta de participar da zoeira são os técnicos brasileiros que fazem coro contra a possibilidade de um gringo assumir a Seleção. A absoluta maioria dos “professores” não conseguem entregar trabalhos consistentes, não apresentam nenhuma inovação tática e repetem esquemas bem manjados. Com raras exceções, são impacientes nas coletivas e intransigentes em suas escolhas. Irônicos nas vitórias, se dizem incompreendidos nas derrotas, formam o pior grupo de técnicos em atividade que me lembro. Nenhum técnico brasileiro teria nesse momento, 30% de aprovação se escolhido pela CBF, talvez nem perto de 30%. Por fim as palavras de esperança, com uma visão alentadora em relação a base, atletas que estão disputando o Brasileirão Sub20 e  Sub17. Quem não acompanha está perdendo a oportunidade de ver muitos garotos talentosos e promissores, jogando com organização e aplicação, fatores que pesaram a nosso favor e garantiram duas conquistas sul-americanas recentes, uma em cada categoria. 

Júlio Castro

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