O governo federal oficializou nesta segunda-feira a demissão de eduardo bolsonaro da polícia federal, marcando o encerramento definitivo de seu vínculo funcional com a corporação. A portaria com o desligamento do ex-deputado do cargo de escrivão foi publicada no Diário Oficial da União e assinada pelo titular do Ministério da Justiça.
A alegação oficial apresentada pela administração atual apontou a ausência do trabalho por período contínuo como o principal motivo para a medida drástica tomada contra o servidor público.
Entenda o contexto do processo administrativo
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ocupava o posto de escrivão de carreira na instituição antes de exercer seu mandato parlamentar na Câmara dos Deputados. Com o término de sua atuação no parlamento, a corporação determinou a reapresentação imediata do servidor para a retomada dos serviços previstos em lei.
No entanto, o ex-parlamentar está residindo nos Estados Unidos desde o início de 2025 e não retornou às suas funções normais. Essa situação levou a administração pública a instaurar e concluir os trâmites legais necessários.
Infração disciplinar e consequências legais
O texto da portaria oficial destacou explicitamente o cometimento da infração disciplinar de abandono de cargo por parte do ex-funcionário público. O desfecho do processo administrativo consolida as seguintes etapas e desdobramentos:
- Publicação oficial do desligamento no Diário Oficial da União;
- Encerramento definitivo do vínculo funcional com a Polícia Federal;
- Constatação formal de ausência contínua e abandono de cargo;
- Cumprimento das diretrizes legais após o fim do mandato parlamentar.
A decisão encerra de forma categórica a situação funcional do ex-deputado dentro da força policial, aplicando as penalidades cabíveis previstas na legislação vigente para casos de abandono de posto de trabalho no serviço público federal.
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