A CNN divulgou a última foto de pai e filho que morreram na implosão do submersivel Titan.Shahzada Dawood, 48, e seu filho Suleman, 19, são vistos pouco antes de embarcarem em 18 de junho.
Vamos relembrar o caso. A Guarda Costeira dos EUA confirmou, no dia 22/6, que o submersível “Titan” implodiu matando todos os cinco tripulantes que estavam a bordo.
Pela manhã, uma notícia de que destroços haviam sido encontrados causou apreensão em muitos que aguardavam novos desdobramentos.
Ainda segundo a Guarda Costeira, a implosão foi confirmada porque a cabine que protegia as pessoas da pressão da água foi perdida no oceano.
As partes foram encontradas a cerca de 500 metros dos destroços do Titanic. Ainda não se sabe o momento exato em que a implosão aconteceu.
Os destroços foram encontrados por um robô não tripulado americano, chamado Odysseus 6K, levado por um navio canadense.
No total, havia cinco pessoas a bordo do submarino, entre elas o bilionário britânico Hamish Harding, de 59 anos.
Segundo a “OceanGate”, empresa que fabrica o “Titan”, o submarino podia chegar a 4 mil metros de profundidade e alcançava uma velocidade de 5,5 km/h. Ele media 6,7m de comprimento e pesava cerca de 10 toneladas.
O próprio CEO da empresa que realiza a expedição, Stockton Rush, estava entre os passageiros.

A esposa do CEO, Wendy Rush, era descendente de um casal que morreu na tragédia do Titanic, em 1912. Inclusive, os dois foram retratados no filme de 1997.
O especialista em submarinos David Lochridge, que trabalhou para a OceanGate, chegou a alertar sobre possíveis problemas de segurança em 2018.
O submarino, conhecido como “Titan”, que transportava o grupo para explorar os destroços do Titanic, desapareceu no dia 18/6.
A capacidade de submersão do Titan era de 96 horas (4 dias). O oxigênio provavelmente teria acabado na manhã de 22/6, por volta das 7h, caso o submersível estivesse intacto.
A perda de contato com o Polar Prince – barco que fica na superfície – ocorreu cerca de 1 hora e 45 minutos depois do mergulho em direção ao local do naufrágio.
Após a descida ao fundo do oceano, o submarino Titan estabelecia comunicação enviando sinais a cada 15 minutos.
A última mensagem desse tipo foi recebida pelo Polar Prince quando o veículo já se aproximava dos destroços do Titanic, a cerca de 3.810 metros de profundidade.
Essa informação indicava que o Titan poderia estar localizado 3.352 metros abaixo da marca alcançada na operação de resgate subaquático mais profunda e bem sucedida de que se tem conhecimento.