Indicado pelo governo para presidir a Petrobras, o químico José Mauro Coelho já defendeu a prática de preços internacionais dos combustíveis no país, alegando que preços artificiais poderiam causar desabastecimento do mercado.
Coelho foi indicado nesta quarta-feira (6) para substituir o general Joaquim Silva e Luna no comando da estatal, após o consultor Adriano Pires rejeitar o convite do governo para o cargo. Coelho tem uma carreira de 14 anos na área energética do governo, de onde saiu em 2021 para se recolocar na iniciativa privada.
Em entrevista à TV Brasil em outubro, pouco antes de pedir demissão, ele reforçou argumento da estatal sobre a necessidade de praticar preços alinhados às cotações internacionais, já que o Brasil é importador de parte do volume de combustíveis que consome.