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Terça-feira, 02 de Junho 2026
Mundo

Jornalista barrado por camisa LGBTQIA+ na Copa do Mundo do Catar morre aos 48 anos

A informação foi confirmada pela NPR, rádio onde o norte-americano trabalhava, além da própria federação de futebol dos EUA

Clécio Silva
Por Clécio Silva
Jornalista barrado por camisa LGBTQIA+ na Copa do Mundo do Catar morre aos 48 anos
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O jornalista Grant Wahl, que cobria os eventos esportivos da Copa do Mundo no Qatar, morreu após passar mal nas tribunas do estádio esportivo durante as quartas de final, em evento que aconteceu nesta sexta-feira (9). Wahl tinha 48 anos.

A informação foi confirmada pela NPR, rádio onde o norte-americano trabalhava, além da própria federação de futebol dos EUA.

De acordo com o Wall Street Journal, Wahl veio a óbito após ter sofrido mal súbito. No momento em que ele passou a apresentar inconsciências em seu estado de saúde, o veículo diz que ele cobria a partida entre Argentina e Holanda. Na sequência, ele foi levado às pressas para um hospital próximo, mas não resistiu.

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— Todos do futebol dos EUA estamos com o coração partido ao saber que perdemos Grant Wahl. Os fãs de futebol e jornalismo da mais alta qualidade sabiam que sempre poderíamos contar com a Grant para entregar histórias perspicazes e divertidas sobre nosso jogo e seus principais protagonistas: times, jogadores, treinadores e as muitas personalidades que tornam o futebol diferente de qualquer esporte. Aqui nos Estados Unidos, a paixão de Grant pelo futebol e o compromisso de elevar seu perfil em nosso cenário esportivo desempenhou um papel importante em ajudar a aumentar o interesse e o respeito pelo nosso belo jogo — diz trecho do comunicado emitido pela federação norte-americana.

— Tão importante quanto isso foi a crença de Grant no poder do jogo para promover os direitos humanos. Isso foi e continuará sendo uma inspiração para todos. Grant fez do futebol o trabalho de sua vida, e estamos arrasados que ele e sua escrita brilhante não estarão mais no futebol dos EUA, que envia suas mais sinceras condolências à esposa de Grant, Dra. Celine Gounder, e todos os seus familiares, amigos e colegas na mídia. E agradecemos a Grant por sua tremenda dedicação e impacto em nosso jogo nos EUA. Sua escrita e as histórias que ele contou viverão — acrescentou a nota.

Na Copa deste ano, o comunicador estampou as manchetes do mundo inteiro depois de ser detido por usar uma camiseta de arco-íris no Catar.

— Não acredito que meu irmão acabou de morrer. Acredito que ele foi morto — relatou irmão de Grant.

FONTE/CRÉDITOS: Redação
Clécio Silva

Publicado por:

Clécio Silva

Clécio Silva, Brasileiro, casado, cristão. Residente em Maringá há 34 anos. Apresentador, comunicador, empresário e jornalista com registro profissional nº 0011449/PR. Está na área de comunicação há 36 anos, sendo 29 como profissional.

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