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Segunda-feira, 20 de Abril 2026

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Paraná poderá adotar a meia entrada para vacinados

Projeto foi protocolado na Alep.

Camila Sanches Silva
Por Camila Sanches Silva
Paraná poderá adotar a meia entrada para vacinados
Alep/Divulgação
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O Paraná poderá adotar a meia entrada para vacinados. A proposta é da deputada estadual Luciana Rafagnin (PT), que protocolou um projeto de lei na Alep que implanta o pagamento da meia entrada para pessoas comprovadamente vacinadas contra a covid-19, sem distinção de horário e data.

Segundo ela, o intuito é estimular e apoiar o segmento cultural, de promoção de eventos esportivos e a realização segura de espetáculos culturais com participação de público, em conformidade com os protocolos sanitários para evitar a propagação da pandemia do novo coronavírus.

De acordo com a proposta, o desconto poderá ser adotado também pelas empresas e estabelecimentos promotores de eventos de lazer, exposições de arte, exibições cinematográficas e teatrais, apresentações musicais, entre outras similares, e deverá vigorar pelo período de um ano após extinto o estado de calamidade pública para enfrentamento e resposta à pandemia do novo coronavírus no Paraná.

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A iniciativa propõe também que os estabelecimentos responsáveis pela realização dos eventos afixem cartazes em locais visíveis nos pontos de venda presencial ou online de ingressos, informando as condições para a utilização da meia entrada para vacinados.

A deputada, autora do projeto de lei, ao justificar a proposição, lembrou da necessidade da população em manter os cuidados individuais e coletivos e da importância da vacinação em massa para a superação dos problemas derivados da pandemia, ao mesmo passo em que os estabelecimentos dessa natureza precisam voltar a funcionar e os eventos precisam voltar a acontecer.

“A vacinação da população tem contribuído consideravelmente no controle da pandemia. As reinfecções ou infecções pós-vacina, em sua grande maioria, têm sido leves”, disse Luciana. “A vacinação é um ato de responsabilidade social. No entanto, mesmo com o comprovado resultado e eficácia desse procedimento, existe uma parcela da população que, por falta de informação ou mesmo por intransigência, recusa-se a tomar a vacina”, ponderou.

FONTE/CRÉDITOS: DCmais
Camila Sanches Silva

Publicado por:

Camila Sanches Silva

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