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Sábado, 18 de Abril 2026

Cidades

Queda de ultraleve sobre casa na Barra da Tijuca deixa dois feridos

Aeronave chegou a bater no telhado de casa no condomínio antes de cair, de cabeça para baixo

Clécio Silva
Por Clécio Silva
Queda de ultraleve sobre casa na Barra da Tijuca deixa dois feridos
Reprodução
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Imagens

Um ultraleve caiu sobre uma casa em um condomínio na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na tarde desta segunda-feira (15). As duas pessoas que estavam a bordo, incluindo o piloto, ficaram feridas.

A aeronave com prefixo PU-SPX caiu em uma área gramada perto da piscina da casa, após bater e destruir parte do telhado, como mostram imagens aéreas feitas pelo Globocop. O ultraleve parou de cabeça para baixo.

Um vídeo mostra um homem deitado no chão, consciente, com ferimentos na cabeça, sendo socorrido. Ele foi identificado como o piloto Milton Augusto Loureiro Junior, de 77, que é o dono da aeronave. O outro tripulante era Mauro Eduardo de Souza e Silva, de 55 Anos.

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Bombeiros do quartel da Barra levaram os feridos para o Hospital Municipal Lourenço Jorge. Segundo a corporação, um dos socorridos teve ferimentos leves e o outro está em estado intermediário. A casa fica na Rua Josué de Castro, dentro do condomínio Santa Mônica Residências.

Comissão da Câmara tinha manifestado preocupação em setembro

 

A Comissão de Proteção e Defesa Civil (CPDC) da Câmara Municipal do Rio afirmou após o acidente que vai solicitar uma reunião com representantes do Ministério Público Federal (MPF).

"É lamentável e triste que aeronaves continuem voando sobre condomínios densamente povoados na Barra da Tijuca. Já tínhamos denunciado ao Ministério Público, em setembro do ano passado, o aumento no número de voos de helicópteros sobre condomínios, em flagrante desvio de rota, e voando muito baixo. Esse acidente de hoje é um desastre anunciado e poderia ter tido dimensões muito maiores, com vítimas em terra, caso o ultraleve tivesse caído dentro da casa de algum morador - afirmou o vereador Dr. Carlos Eduardo, que preside a comissão.

No ofício, enviado pela Comissão de Proteção e Defesa Civil ao MP em setembro de 2021 - que também foi endereçado à Infraero, ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), ao presidente da Câmara Municipal, vereador Carlo Caiado, e a outras comissões da Casa, - a CPDC pedia:

1) abertura de inquérito para investigar as denúncias de moradores da Barra;

2) a imediata suspensão do voo de aeronaves sobre os condomínios;

3) a imediata suspensão de voos em alturas não permitidas;

4) a devida penalização dos gestores responsáveis pelas infrações que colocam a vida de civis em risco, face ao grande potencial de acidentes com perdas de vidas de inocentes.

 
FONTE/CRÉDITOS: Redação - Informações G1 Rio de Janeiro
Clécio Silva

Publicado por:

Clécio Silva

Clécio Silva, Brasileiro, casado, cristão. Residente em Maringá há 34 anos. Apresentador, comunicador, empresário e jornalista com registro profissional nº 0011449/PR. Está na área de comunicação há 36 anos, sendo 29 como profissional.

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