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Deputados da oposição, especialmente do PL e partidos aliados, afirmam ter negociado com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para pautar:
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A anistia aos réus das manifestações de 8 de Janeiro
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O fim do foro privilegiado
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O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, declarou que o acordo foi fechado após a ocupação do plenário como forma de protesto.
Governistas negam acordo
- Lindbergh Farias (PT), líder do governo na Câmara, negou qualquer negociação e classificou a ocupação como “chantagem” e “sequestro do plenário”.
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A base governista promete representar os parlamentares envolvidos no Conselho de Ética.
Apoio à urgência do projeto
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Curiosamente, partidos com ministérios no governo Lula também assinaram o pedido de urgência para análise da anistia:
Fonte:
Contexto político
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A movimentação ocorre após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes.
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A oposição vê a anistia como parte de um “pacote da paz”, que inclui também o impeachment de Moraes e o fim do foro privilegiado.