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Sexta-feira, 05 de Junho 2026
Cidades

Menino morto por envenenamento - Polícia civil de Apucarana diz que conselho tutelar recebeu denúncia por maus tratos

Policiais em diligências encontraram a possível garrafa de guaraná, onde estava o veneno, que seria um agrotóxico para plantio

Clécio Silva
Por Clécio Silva
Menino morto por envenenamento - Polícia civil de Apucarana diz que conselho tutelar recebeu denúncia por maus tratos
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Segundo a Polícia Civil de Apucarana, norte do Paraná que instaurou na quarta-feira (4) um inquérito para investigar a morte de uma criança envenenada no Hospital da Providência, na última terça-feira (3), depois de ter ingerido a substância que estaria em uma garrafa de refrigerante em uma chácara, onde o menino residia com a mãe e o padrasto, perícia inicial não confirmou agressões contra criança de 5 anos que morava em chácara e não estava matrícula na escola.

Segundo o delegado, Marcus Felipe da Rocha da 17ª Subdivisão Policial, uma médica comunicou o Conselho Tutelar e um email sobre o atendimento foi encaminhado à Polícia Civil sobre o caso, que aconteceu na véspera do Ano Novo, no dia 31 de dezembro. 

“O inquérito foi instaurado, vamos ouvir testemunhas e aguarda a perícia do corpo pelo IML. O material já foi encaminhado ao laboratório para confirmar o envenenamento e os polícias já fizeram diligências e encontraram a possível garrafa de guaraná, onde estava o veneno, que seria um agrotóxico para plantio. Se for acidente, omissão, ainda temos poucas informações”, comentou.

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Além disso, ele informou que a criança de 5 anos não estava matriculada em nenhuma escola, o que é obrigatório a partir dos 4 anos. O Conselho Tutelar já havia recebido denúncias de maus tratos contra o menino, o que não teria sido constatado na perícia inicial do IML.

Rocha também revelou que foi até o Hospital da Providência para o encaminhamento do corpo aos legistas, pois havia a informação de que os órgãos da criança seriam doados, o que foi confirmado por uma equipe que estava pronta para o procedimento. Por conta da investigação por suspeita de envenenamento, a doação de órgãos não foi realizada e o corpo foi levado para perícia e exames. 

FONTE/CRÉDITOS: Redação
Clécio Silva

Publicado por:

Clécio Silva

Clécio Silva, Brasileiro, casado, cristão. Residente em Maringá há 34 anos. Apresentador, comunicador, empresário e jornalista com registro profissional nº 0011449/PR. Está na área de comunicação há 36 anos, sendo 29 como profissional.

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