Um jovem motoboy perdeu a vida na tarde desta terça-feira (11), após se envolver em uma grave colisão na Avenida Nildo Ribeiro da Rocha, localizada no Jardim Iguaçu, somando mais uma tragédia ao trânsito de Maringá. O acidente ocorreu no momento em que um automóvel invadiu a via preferencial, atingindo em cheio a motocicleta do trabalhador. Com a gravidade do impacto, o rapaz foi arremessado e caiu desacordado no asfalto.
Atendimento de emergência e comoção familiar
Socorristas chegaram rapidamente ao local e iniciaram os procedimentos de reanimação cardiorrespiratória. Apesar dos intensos esforços das equipes de resgate para reverter a parada, a morte foi confirmada ainda na via. Familiares do trabalhador compareceram ao local do acidente e presenciaram, consternados, as tentativas desesperadas de salvamento.
Sequência de acidentes fatais na cidade
A tragédia com o motociclista representa a terceira fatalidade registrada nas vias do município em menos de um dia. Na noite anterior, um casal faleceu em decorrência de outro colisão gravíssima na zona sul da cidade.
Para entender a gravidade da recente sequência de tragédias viárias no município, destacam-se os seguintes fatos:
- Acidente no Jardim Iguaçu: Ocorrido nesta terça-feira (11), vitimando o motoboy após desrespeito à preferencial na Avenida Nildo Ribeiro da Rocha.
- Colisão na Avenida Guedner: Ocorrida na noite de segunda-feira, quando o casal em uma moto colidiu contra uma camionete que transportava botijões de gás, morrendo na hora.
- Atropelamento recente: Registrado na última semana na Avenida Colombo, onde uma jovem morreu ao tentar atravessar a via com uma scooter elétrica.
Estatísticas alarmantes e abrangência dos dados
Conforme dados divulgados pela Secretaria de Mobilidade Urbana de Maringá, a cidade já contabiliza 28 mortes no trânsito em seu perímetro urbano no ano de 2026. O balanço estatístico oficial reforça o momento crítico vivenciado pelas vias municipais.
Vale destacar que esse montante considera apenas os óbitos dentro do perímetro urbano. As estatísticas não incluem vítimas fatais em trechos de rodovias e contornos, como o Contorno Norte, a PR-323, a PR-317 e a própria Avenida Colombo, sinalizando um cenário de alerta ainda maior para motoristas e pedestres da região.
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