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Segunda-feira, 27 de Abril 2026

Política

Carne estragada é servida em escola de Londrina e vereadores abrem pedido urgente de fiscalização

Um vídeo com imagens da carne entregue à instituição foi levado ao plenário pelo vereador Giovani Mattos (PSC).

Camila Sanches Silva
Por Camila Sanches Silva
Carne estragada é servida em escola de Londrina e vereadores abrem pedido urgente de fiscalização
Ilustrativa
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Os vereadores de Londrina aprovaram em regime de urgência um Pedido de Informações (PI) à Prefeitura sobre a fiscalização a respeito da procedência e qualidade das carnes que compõem a alimentação escolar nas instituições da rede municipal e conveniadas com o município. Conforme os vereadores que assinam o PI, Giovani Mattos, Santão, Beto Cambará, Emanoel Gomes, Jessicão, Mara Boca Aberta, Prof.ª Sonia Gimenez e Roberto Fú, o PI se justifica em função de denúncias sobre a má qualidade da carne recebida pela escola municipal da Vila Brasil.

Um vídeo com imagens da carne entregue à instituição foi levado ao plenário pelo vereador Giovani Mattos (PSC), vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos do Nascituro, da Criança, do Adolescente e da Juventude. “Hoje cedo estive na escola da Vila Brasil e aparentemente a carne estava estragada. […] É uma carne gordurosa, que não teria coragem de comprar para meus filhos”, disse. “Deixa a gente chocado, revoltado essa situação. O que nossas crianças estão recebendo? Eu estive ontem num CEI (Centro de Educação Infantil), no Conjunto Violim, e lá também tivemos uma denúncia, de que só receberam carne na semana passada. Esse tempo todo estavam comendo ovo”, afirmou o vereador Emanoel Gomes (Republicanos), presidente da comissão.

Sobre o caso da carne da escola da Vila Brasil, a vereadora Flávia Cabral (PTB), que preside a Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Câmara, disse que procurou a Prefeitura e foi informada de que é obrigação das unidades escolares verificar o alimento entregue pelo fornecedor. Conforme o Executivo, se o alimento tem aparência duvidosa, cabe à escola devolver o produto e acionar a Vigilância Sanitária. Ao comprovar que o alimento não atende às especificações, a Secretaria Municipal de Gestão Pública penaliza o fornecedor. Segundo a vereadora, a Prefeitura informou que analisará o caso.

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FONTE/CRÉDITOS: Portal Paiquerê
Camila Sanches Silva

Publicado por:

Camila Sanches Silva

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