Continúa el fenómeno de la incautación de marihuana de alta concentración de THC en encomiendas aéreas en el Aeropuerto Internacional Silvio Pettirossi.
Si bien la droga tenía un mismo punto de origen, la ciudad de Miami, las modalidades de ocultamiento fueron variadas. Los traficantes recurrieron a potes de suplementos proteicos, purificadores de aire e incluso juguetes para niños con el fin de intentar burlar los controles.
Los paquetes que presentaban un perfil sospechoso fueron trasladados hasta la Oficina de Atención Permanente del Palacio de Justicia, donde ya se contaba con sólidos indicios sobre la presencia de sustancias ilícitas en dos encomiendas.
La jueza Lici Teresita Sánchez y el fiscal Abg. José Morínigo presenciaron la apertura de las encomiendas, que contenían potes de proteína, un purificador de aire y juguetes para niños, artículos distribuidos en dos envíos. Durante la inspección comenzaron a aparecer paquetes envueltos con materiales especialmente diseñados para impedir la fuga de olores y dificultar su detección.
La droga tuvo un pedo final de 2 kilos 900 gramos
Marihuana extranjera ¿por qué?
En torno a esta sustancia se ha desarrollado un mercado de consumo dirigido principalmente a Brasil. La pregunta recurrente sobre por qué Paraguay, reconocido como productor de marihuana, también es destino de este tipo de envíos encuentra respuesta en las características de este producto, orientado a un mercado de nicho exclusivo que demanda variedades de alta concentración de THC y no la marihuana tradicional.
TRADUZIDO PARA O PORTUGUÊS
Persiste o fenômeno de apreensão de maconha com alto teor de THC em remessas aéreas no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi.
Embora a droga tivesse o mesmo ponto de origem — a cidade de Miami —, os métodos de ocultação variavam. Traficantes recorreram a potes de suplementos proteicos, purificadores de ar e até brinquedos infantis na tentativa de burlar a fiscalização.
As encomendas que apresentavam um perfil suspeito foram encaminhadas ao Gabinete de Plantão Permanente do Palácio da Justiça, onde já havia fortes indícios da presença de substâncias ilícitas em dois volumes.
A juíza Lici Teresita Sanchez e o promotor José Morínigo acompanharam a abertura das encomendas, que continham potes de proteína, um purificador de ar e brinquedos — itens distribuídos em duas remessas. Durante a inspeção, foram encontrados pacotes envoltos em materiais especialmente projetados para impedir o vazamento de odores e dificultar a detecção.
A droga totalizou 2,9 kg.
Por que maconha estrangeira?
Desenvolveu-se, em torno dessa substância, um mercado consumidor voltado principalmente para o Brasil. A pergunta recorrente sobre o motivo pelo qual o Paraguai — reconhecido como produtor de maconha — também recebe esse tipo de remessa encontra resposta nas características do produto: ele é destinado a um nicho de mercado exclusivo que exige variedades com alta concentração de THC, e não a maconha tradicional.
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se