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Sexta-feira, 05 de Junho 2026
Economia

REFERÊNCIA NO PARANÁ: O "Método Maringá" que transformou a causa animal em motor econômico e política de Estado

Liderado por Flávio Mantovani, modelo que une proteção, castração e segurança jurídica atrai investimentos e vira vitrine para todos os municípios paranaenses.

Clécio Silva
Por Clécio Silva
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O setor pet no Brasil não é mais apenas uma questão de "afeto", é um gigante econômico. Com mais de 160 milhões de animais de estimação e um faturamento que deve ultrapassar os R$ 77 bilhões em 2025, o bem-estar animal tornou-se um desafio de gestão urbana. Em Maringá, esse desafio foi transformado em método, e agora o modelo criado na cidade promete ser a base para uma nova política estruturante em todo o Paraná.

O idealizador dessa engrenagem é Flávio Mantovani. Em seu livro "De Protetor a Legislador", ele detalha como tirou a causa animal do campo do improviso e a elevou ao status de Política de Estado.

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O "Método Maringá" não se resume a resgates isolados. Ele funciona como uma engrenagem técnica baseada em cinco pilares estratégicos:

  • Conselho Municipal de Bem-Estar Animal: Participação da sociedade nas decisões.

  • Legislação eficaz contra maus-tratos: Tolerância zero contra maus-tratos.

  • Programa permanente de castração: Controle populacional na fonte para evitar o abandono.

  • Educação pública preventiva: Conscientização nas escolas e espaços públicos.

  • Estrutura administrativa organizada: Uma estrutura pública organizada e com orçamento definido.

"O desenvolvimento sustentável começa quando o Estado organiza aquilo que antes era improviso", defende Mantovani.

Impacto Direto: Menos Abandono, Mais Investimento

A organização do sistema em Maringá gerou um efeito dominó positivo. Com regras claras e um ambiente regulatório estável, o setor privado respondeu rápido:

  1. Segurança Jurídica: Clínicas veterinárias e pet shops ampliaram investimentos.

  2. Formalização: Crescimento de serviços especializados e novos empregos.

  3. Saúde Pública: Menor pressão sobre os serviços de saúde devido ao controle de zoonoses e redução de animais errantes.

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A proposta agora é escalar essa experiência. O objetivo é garantir que cada um dos 399 municípios do Paraná tenha acesso a essa padronização normativa e coordenação estratégica. Se funcionou em Maringá, a visão é que o estado pode se tornar o maior polo de bem-estar animal do Brasil, unindo proteção e desenvolvimento econômico.


O QUE VOCÊ ACHA?

Sua cidade possui políticas públicas para os animais ou ainda depende apenas de voluntários? Comente abaixo se você apoia que o "Modelo de Maringá" seja levado para todo o Paraná.

FONTE/CRÉDITOS: Redação - Assessoria de Comunicação Flavio Mantovani
Clécio Silva

Publicado por:

Clécio Silva

Clécio Silva, Brasileiro, casado, cristão. Residente em Maringá há 34 anos. Apresentador, comunicador, empresário e jornalista com registro profissional nº 0011449/PR. Está na área de comunicação há 36 anos, sendo 29 como profissional.

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