Portal de Notícias do Estado do Paraná

Aguarde, carregando...

Sábado, 25 de Abril 2026

Policial

13 anos após o crime, o julgamento do acusado de matar Rachel Genofre acontece nesta quarta-feira

O acusado responde por homicídio duplamente qualificado, por meio cruel e para garantir a ocultação de outro crime.

Camila Sanches Silva
Por Camila Sanches Silva
13 anos após o crime, o julgamento do acusado de matar Rachel Genofre acontece nesta quarta-feira
Reprodução/Banda B
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O júri popular do acusado pela morte da menina Rachel Genofre, que teve o corpo encontrado dentro de uma mala na rodoviária, em novembro de 2008, acontece nesta quarta-feira (12) em Curitiba. A morte de Rachel é um dos crimes mais emblemáticos da história do estado e a autoria só foi descoberta após o cruzamento de material genético de Carlos Eduardo dos Santos com o da vítima. A família prepara uma manifestação pedindo pena máxima para o acusado.

Santos é acusado por diversos crimes e está preso em um presídio de Sorocaba, no estado de São Paulo. Ele chegou a entrar com pedido de liberdade, o que foi negado pela juíza Mychelle Pacheco Cintra Stadler, da 1ª Vara Privativa do Tribunal do Júri da Região Metropolitana de Curitiba. O acusado responde por homicídio duplamente qualificado, por meio cruel e para garantir a ocultação de outro crime.
Segundo a mãe de Rachel Genofre, Maria Cristina Lobo de Oliveira, a expectativa é por uma pena máxima para Carlos Eduardo.

“Nossa expectativa é que ele sofra a pena máxima, porque um criminoso assim não pode ficar solto, porque é um perigo para as nossas crianças. A dor da perda da Rachel está presente desde o dia do crime dentro da família. É um monstro que precisa pagar pelo que fez”.

Leia Também:

Maria Cristina confirmou que haverá uma manifestação no dia do julgamento.

“O movimento feminista vai realizar um protesto a partir das 12h30 no Tribunal do Júri, na Praça Nossa Senhora da Salete, já que o júri deve começar às 13h30. Solicitamos o apoio de quem puder, usando máscara e tomando todos os cuidados devido à pandemia”

 

Caso Rachel

No final da tarde do dia 3 de novembro de 2008, a menina Rachel Genofre deixava o Instituto de Educação, no Centro de Curitiba, após o término das aulas. O tchau dado pela garota aos colegas de classe é a última lembrança que se tem de Rachel ainda viva. O corpo da garota, morta por esganaduras no pescoço, só foi encontrado dois dias depois, na noite do dia 5, dentro de uma mala abandonada embaixo de uma escada, na Rodoferroviária de Curitiba.

O caso só veio a ter uma solução possível 11 anos depois, com a identificação de Carlos Eduardo dos Santos pelo Banco Nacional de Perfis Genéticos. Em interrogatório, o acusado confessou o crime.

FONTE/CRÉDITOS: Banda B
Camila Sanches Silva

Publicado por:

Camila Sanches Silva

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR