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Domingo, 10 de Maio 2026
Política

Eleições 2026: Moro e União Brasil contestam veto do Progressistas e reafirmam candidatura ao Governo do Paraná

Senador e presidente nacional do União Brasil classificam decisão do PP como "arbitrária" e garantem manutenção da pré-campanha baseada na liderança das pesquisas.

Clécio Silva
Por Clécio Silva
Eleições 2026: Moro e União Brasil contestam veto do Progressistas e reafirmam candidatura ao Governo do Paraná
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A corrida pelo Palácio Iguaçu em 2026 ganhou um novo capítulo de tensão nesta semana. Após o Progressistas (PP) no Paraná decidir não homologar o nome do senador Sergio Moro para a disputa ao governo estadual — decisão confirmada pelo presidente nacional da sigla, Ciro Nogueira —, a reação do União Brasil foi imediata e contundente.

Tanto Moro quanto o presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, divulgaram posicionamentos oficiais defendendo a continuidade da pré-campanha e criticando o que classificaram como "vetos arbitrários" e "imposições unilaterais".

A reação de Sergio Moro

Em nota pública, o senador paranaense enfatizou que a construção política deve ser pautada pelo diálogo. Moro rejeitou a decisão do diretório do Progressistas e reafirmou que sua candidatura segue avalizada pela direção nacional de seu partido.

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"A política deve ser construída com diálogo e respeito, e não por meio de imposições unilaterais", afirmou Moro.

O senador destacou ainda que o Paraná demanda "modernização e boa gestão", delimitando seus adversários políticos para o pleito de 2026: o PT, o atraso econômico e o crime organizado.

Apoio irrestrito da direção nacional

O presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, reforçou o coro de descontentamento com a postura do partido aliado. Rueda foi enfático ao lembrar que Moro lidera todos os cenários das pesquisas de intenção de voto, o que justificaria sua posição como pré-candidato oficial da legenda.

Segundo Rueda, o União Brasil insistirá na homologação da candidatura de Moro dentro da federação partidária, buscando um entendimento diplomático com o Progressistas. No entanto, o dirigente alertou que tentativas de veto sem negociação prévia são "inaceitáveis".

"O objetivo é construir uma solução que atenda aos interesses do Paraná e preserve a unidade entre os partidos", ressaltou Rueda, confirmando que a sigla aposta em Moro como o nome mais competitivo do grupo.

Impasse na Federação

O embate ocorre em um momento delicado para as duas legendas. A federação entre União Brasil e Progressistas já foi protocolada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas ainda aguarda homologação oficial.

Até que o processo seja concluído, divergências estratégicas — como a definição do cabeça de chapa no Paraná — permanecem em aberto e dependem obrigatoriamente de um consenso entre as direções nacionais, prometendo novos desdobramentos nos bastidores de Brasília e Curitiba.

FONTE/CRÉDITOS: Clécio Silva
Clécio Silva

Publicado por:

Clécio Silva

Clécio Silva, Brasileiro, casado, cristão. Residente em Maringá há 34 anos. Apresentador, comunicador, empresário e jornalista com registro profissional nº 0011449/PR. Está na área de comunicação há 36 anos, sendo 29 como profissional.

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