A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Juventude, Cidadania e Migrantes (Sejuc), realiza nesta quinta-feira, 6, o lançamento oficial do projeto Pacto: Maringá por um Viver Antirracista. O evento acontece das 8h às 12h, no Auditório Hélio Moreira, localizado no térreo do Paço Municipal, e conta com um curso de letramento racial voltado para servidores públicos e representantes da sociedade civil.
Capacitação e enfrentamento ao racismo institucional
O evento tem como objetivo principal formar multiplicadores capazes de propor e fortalecer políticas de igualdade racial no município. A formação gratuita será ministrada pelo professor doutor Delton Felipe, da Universidade Estadual de Maringá (UEM). A programação é voltada para a compreensão dos mecanismos do preconceito na administração pública e na comunidade.
Durante a capacitação, os participantes discutirão soluções práticas e caminhos para superar barreiras burocráticas que perpetuam a desigualdade. Especialistas e gestores destacam que a educação antirracista é essencial para construir uma gestão governamental mais inclusiva, justa e eficiente para toda a população.
Objetivos do curso e temas abordados
O conteúdo programático da formação aborda tópicos fundamentais para o desenvolvimento de diretrizes públicas eficientes. Entre os eixos trabalhados na atividade, destacam-se:
- Reconhecimento e enfrentamento do racismo institucional;
- Mapeamento e superação de barreiras burocráticas;
- Debate sobre a implementação de políticas de igualdade racial;
- Criação de ferramentas práticas para a formação de agentes multiplicadores.
Como participar e inscrições
Os interessados em participar da formação podem realizar a inscrição até a data do evento por meio de formulário on-line oficial disponibilizado pela organização. As vagas são gratuitas e destinadas a servidores do poder público municipal, bem como a lideranças e membros da sociedade civil interessados na pauta.
A iniciativa reforça o compromisso do município em estruturar ações continuadas contra a discriminação racial, garantindo que o debate se converta em medidas concretas na rotina do atendimento público e no convívio social comunitário.
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