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Sexta-feira, 28 de Agosto 2026
Curiosidades

Tempestades no Rio Grande do Sul devem continuar provocando estragos até segunda

Forte ventania e chuvas volumosas deixaram desabrigados e causaram uma morte. Rios da região estão sob risco severo de transbordamento.

Portal Paraná Urgente
Por Portal Paraná Urgente
Tempestades no Rio Grande do Sul devem continuar provocando estragos até segunda
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
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A previsão de novas tempestades no Rio Grande do Sul até a próxima segunda-feira coloca diversas regiões em estado de alerta para severas inundações e estragos. O tempo instável, que já causou a morte de uma criança em Porto Alegre nesta sexta-feira (28), deve se intensificar com rajadas de vento, granizo e elevados acumulados pluviométricos.

Segundo meteorologistas, há risco iminente de elevação do nível dos rios Jacuí, Taquari, Caí e Uruguai. A instabilidade atingirá principalmente as áreas Central, Oeste, Vales, Serra e Nordeste do estado, enquanto a Região Metropolitana de Porto Alegre, a Costa Doce e o Litoral Médio podem registrar acumulados superiores a 250 mm ao longo dos quatro dias.

Danos e pessoas desabrigadas

As chuvas intensas registradas nesta sexta-feira provocaram desabrigados e desalojados no interior. Em Pelotas, 13 moradores precisaram deixar suas casas, enquanto Quaraí e Santa Cruz do Sul contabilizaram sete e quatro pessoas desalojadas, respectivamente. Em Quaraí, os ventos atingiram 95,5 km/h, danificando os telhados de 287 residências.

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A força dos ventos também foi registrada em diversas outras cidades gaúchas. Pela manhã, São José dos Ausentes teve rajadas de 77 km/h e Rosário do Sul atingiu 72,4 km/h. Durante a tarde, a ventania continuou forte em municípios como Panambi (78,4 km/h), Viamão (77 km/h) e Machadinho (75,6 km/h).

Em relação ao volume de chuva, Caçapava do Sul acumulou 97 milímetros (mm) apenas na sexta-feira. Marcas superiores a 85 mm também foram observadas em Arambaré, Dom Feliciano, Cristal e São Gabriel. Já na capital, Porto Alegre registrou 53,8 mm, enquanto Canoas teve 52 mm, Bagé contabilizou 50,8 mm e Pelotas somou mais 56 mm.

FONTE/CRÉDITOS: Por Redação Paraná Urgente

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