CARACAS/WASHINGTON – Em uma escalada militar sem precedentes na América Latina, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante uma incursão das forças especiais na madrugada deste sábado (3). Maduro já foi retirado do território venezuelano e está a caminho de solo americano, onde enfrentará acusações graves de narcoterrorismo.
A "Ira Total" da Justiça Americana
A Procuradora-Geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, declarou que Maduro será processado pelo Distrito Sul de Nova York. Segundo Bondi, o ex-líder venezuelano enfrentará a "ira total" do sistema judiciário dos EUA sob acusações que incluem:
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Conspiração de narcoterrorismo;
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Importação de cocaína em larga escala;
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Posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos.
A operação ocorre meses após o governo Trump ter dobrado a recompensa pela captura de Maduro para 50 milhões de dólares, classificando-o como uma ameaça direta à segurança nacional dos EUA.
Detalhes da Operação "Brilhante"
A missão foi descrita por Trump como uma "operação brilhante" e de "velocidade impressionante". Informações preliminares indicam um esforço coordenado entre múltiplas agências:
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Execução: Força Delta do Exército dos EUA.
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Apoio: Polícia dos EUA (Law Enforcement) e rastreamento de inteligência da CIA.
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Início: Aproximadamente às 3h (horário de Brasília).
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Alvos: Bombardeios estratégicos e incursões em Caracas, Miranda, Aragua e La Guaira.
Testemunhas na capital venezuelana relataram explosões próximas ao Forte Tiuna e aeronaves voando em baixa altitude antes da confirmação da queda do regime.
Reações Políticas
O Secretário de Estado, Marco Rubio, e o senador republicano Mike Lee reforçaram que a finalidade da intervenção foi garantir que Maduro responda pelos seus crimes internacionais perante tribunais americanos. Por outro lado, o governo venezuelano, agora sob o comando da vice-presidência e da cúpula militar, denunciou a ação como uma "agressão imperialista" e exigiu provas de vida dos capturados.
A FAA (Administração Federal de Aviação dos EUA) já proibiu todos os voos civis americanos no espaço aéreo da Venezuela, citando riscos de segurança decorrentes da atividade militar em curso.
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