O ator Marco Furlan, de 48 anos, foi preso em flagrante no interior de São Paulo sob a suspeita de cometer o crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 5 anos durante uma festa de aniversário. A prisão ocorreu após familiares ouvirem o choro da vítima e flagrarem o investigado ao lado da menina em um quarto da residência.
O caso ocorreu na cidade de Pindamonhangaba, no interior paulista. Após a abordagem da Polícia Militar, o homem foi levado para a delegacia e teve a prisão convertida em preventiva durante audiência de custódia, permanecendo à disposição do Poder Judiciário enquanto as investigações prosseguem.
Versões contraditórias apresentadas à polícia
Durante os procedimentos policiais, o investigado apresentou alegações divergentes sobre o ocorrido. De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, os relatórios apontam diferentes justificativas dadas pelo homem ao longo da abordagem e do depoimento oficial.
- Entrada por engano: Inicialmente, alegou aos policiais militares que havia passado mal na festa e entrado no cômodo por engano.
- Amnésia alcoólica: Na delegacia, declarou que consumira bebida alcoólica e não se lembrava dos fatos, recordando-se apenas de quando foi colocado na viatura.
- Confusão sobre a vítima: Em uma nova versão divulgada, o investigado afirmou à polícia ter confundido a criança de 5 anos com a própria namorada.
Como ocorreu o flagrante no local
A intervenção policial teve início após convidados e parentes da vítima serem alertados pelo choro vindo de um dos quartos da casa. A mãe da criança seguiu imediatamente até o local, onde encontrou o suspeito ao lado da menina. A Polícia Militar foi acionada rapidamente para conter a situação.
Segundo os relatos de testemunhas presentes na comemoração, o homem apresentava comportamento alterado e chorava intensamente no momento da chegada dos agentes. Diante dos fatos presenciados pela família e das circunstâncias, foi dada a voz de prisão no local.
Segredo de Justiça e posicionamento oficial
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que maiores detalhes sobre o caso não serão divulgados para preservar a identidade e a integridade da vítima menor de idade. O processo tramita sob sigilo judicial.
Até o momento, a defesa jurídica do investigado não se manifestou publicamente sobre as acusações e as versões registradas nos autos da apuração conduzida pela Polícia Civil.
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