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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou nesta terça-feira (17) junto ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma nova solicitação para que ele seja transferido para prisão domiciliar. O pleito se justifica pelo seu estado de saúde, enquanto cumpre uma condenação de 27 anos e três meses por delitos contra a democracia.

Essa requisição surge apenas quatro dias após Bolsonaro ter sido hospitalizado, mediante autorização judicial, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de uma instituição privada em Brasília. A internação visava o tratamento de uma broncopneumonia bacteriana bilateral, supostamente de origem aspirativa.

O ex-mandatário sentiu-se indisposto em sua cela, localizada no 19º Batalhão da Polícia Militar, popularmente conhecido como Papudinha, em 13 de março. Ele foi prontamente internado na UTI assim que chegou ao hospital, apresentando febre elevada e uma significativa diminuição na saturação de oxigênio.

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Conforme o boletim médico mais recente, Bolsonaro demonstra uma evolução clínica positiva, com a restauração da função renal e uma melhora parcial nos marcadores inflamatórios. Contudo, ele continua sob rigorosos cuidados clínicos intensivos.

Na petição apresentada nesta terça-feira, os defensores legais sustentam, com o respaldo da equipe médica particular que assiste Bolsonaro, que a ocorrência de novos eventos de broncoaspiração é uma possibilidade a qualquer instante. Tal cenário, segundo eles, demanda um “monitoramento clínico frequente”.

FONTE/CRÉDITOS: Por Redação Paraná Urgente