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Domingo, 16 de maio de 2021
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Policial

Estuprador armado estaria agindo em Campo Mourão e já fez várias vítimas

Armado com um revólver, ele teria estuprado as mulheres, filmado a ação e ameaçado expor na internet caso fosse denunciado.

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Somente neste mês de abril três mulheres foram atendidas pela Saúde pública em Campo Mourão vítimas de violência sexual no mês passado, outras duas. O relato delas é o mesmo: foram abordadas enquanto faziam caminhada no início da noite por um homem a bordo de um carro preto, provavelmente um Gol. Armado com um revólver, ele teria estuprado as mulheres filmado a ação e ameaçado expor na internet caso fosse denunciado.

A ocorrência mais recente foi registrada no fim da tarde desta terça-feira (27), nas proximidades do Parque do Lago. A vítima teria sido uma jovem, que foi levada para o meio do mato e violentada. “É o terceiro caso em pouco mais de uma semana. Teve um no Lar Paraná e outro no Jardim Modelo. Achamos que é a mesma pessoa, pois as características são as mesmas”, disse uma servidora da Saúde do município em áudio divulgado nas redes sociais na manhã desta quarta-feira.

Na mesma gravação, ela afirma que outras duas vítimas foram atendidas no mês passado. A Polícia Militar confirmou que foi acionada para atender a ocorrência na noite desta quarta, mas o autor do crime não foi localizado. Por enquanto também não foram divulgadas informações sobre as características físicas do homem.

As polícias Militar e Civil estão em busca de informações, como imagens de câmeras de segurança, para tentar localizar o veículo suspeito. Nos grupos de aplicativos de mensagens, a informação gerou revolta. Alguns sugeriram justiça com as próprias mãos contra o estuprador. Outros divulgaram como forma de alerta para que as mulheres redobrem os cuidados, principalmente ao andarem sozinhas.

 

Saúde

A diretora da Secretaria Municipal de Saúde, Camila Corchak, confirmou o atendimento das três vítimas nos últimos dias. Elas realizaram todos os teste rápidos para doenças sexualmente transmissíveis e profilaxia. "É importante lembrar que tem que ser no máximo até 72 horas a profilaxia. Depois disso não é feito profilaxia, só teste rápido", explica a diretora, ao acrescentar que as vítimas de violência sexual também são encaminhadas para atendimento psicológico, como CRAS e ambulatório de saúde mental. 

A enfermeira Ana Lúcia Cardoso, responsável pelo setor de atendimento a Doenças Sexualmente Transmissíveis do SAE, ressalta que a referência para atender as vítimas à noite, fins de semana e feriados é a UPA, assim como os hospitais. O município disponibiliza a PEP (Pós-Exposição), um medicamento para ser utilizado em casos como esses.

Fonte/Créditos: Tribuna do Interior

Créditos (Imagem de capa): Reprodução/Tribuna do Interior

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