A anatomia feminina tem suas especificidades e requer cuidados bem peculiares. Por isso, o mês de outubro abre espaço para falar sobre esse tema e adota a cor rosa como símbolo do assunto.
A fim de compartilhar informações sobre a atenção que deve ser dada ao corpo da mulher, promover a conscientização sobre práticas necessárias para prevenir doenças, detectar precocemente e, nesse caso, tratá-las, além de proporcionar amplo acesso aos serviços de diagnóstico e terapias, contribuindo para a redução da mortalidade.
Encarar a verdade e desmistificar tabus sobre o câncer de mama é uma das bandeiras empunhadas pelo Outubro Rosa. Enfrentar o medo é outro desafio, que começa com o autoexame. Afinal, em se tratando desse tipo de patologia, tocar-se representa um ato de amor e sobrevivência. Também é importante, além de apalpar as mamas, olhá-las e senti-las para perceber qualquer variação suspeita.
“O autoexame é uma maneira de identificar a doença no início, aumentando, assim, a chance de cura, evitando metástase e qualquer transtorno posterior que um câncer avançado possa vir a causar”, afirma a gerente do Departamento de Ações Programáticas, Stephany Paiva Damascena.
Caroços, alterações no bico do peito, nódulos nas axilas ou no pescoço, surgimento de líquidos nos mamilos, pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com cascas de laranja, são alguns dos sinais de alerta que podem apontar um possível câncer de mama, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca) – que é o órgão do Ministério da Saúde responsável pelo desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil.
Ainda de acordo com essa instituição, apesar de haver maior incidência em mulheres, homens também podem ser acometidos por essa enfermidade, representando 1% dos casos.