A Polícia Civil prendeu na sexta (7) três pessoas suspeitas de envolvimento na morte do professor Lindolfo Kosmaski, 25 anos, em São João do Triunfo, na região sul do Paraná. Os suspeitos têm 20, 33 e 39 anos e as prisões temporárias valem por cinco dias. Há suspeita de crime de homofobia.
O corpo do professor da rede estadual, ativista LGBT e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) foi encontrado carbonizado e com dois tiros dentro do carro, na noite dia 1 de maio.
Kosmaski foi candidato a vereador de São João do Triunfo em 2020, pelo PT. Ativo nas atividades do movimento, principalmente do Coletivo LGBT Sem Terra e das Jornadas da Agroecologia, o militante frequentava o assentamento Contestado, na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, onde participou da turma em Licenciatura em Educação no Campo na Escola Latino Americana de Agroecologia (ELAA), além de professor da rede estadual do Paraná, ele cursava mestrado na Universidade Federal do Paraná (UFPR), no programa Educação em Ciências e em Matemática.