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Domingo, 19 de Abril 2026

Saúde

Vacina desenvolvida pela UFPR deve ficar pronta em 2022

vacina está em fase de testes pré-clínicos com bons resultados.

Camila Sanches Silva
Por Camila Sanches Silva
Vacina desenvolvida pela UFPR deve ficar pronta em 2022
Marcos Solivan/UFPR
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A Universidade Federal do Paraná (UFPR) destacou, nesta segunda-feira (26), que a vacina contra a Covid-19, desenvolvida pela universidade, deve ficar pronta em 2022.

Em coletiva, realizada na tarde desta segunda-feira, o reitor da universidade, professor Ricardo Marcelo Fonseca, destacou que a UFPR pretende protocolar pedido na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a fase clínica no segundo semestre de 2021.

"Se essa vacina está ainda em testes, é importante, estratégico, necessário, que tenhamos esperança dessa vacina, ainda que ela fique pronta no ano que vem, que é a expectativa que temos. Essa vacina é necessária para o Brasil e para o mundo não só neste ano de 2021, mas será nos próximos anos", disse.

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O reitor comentou, também em coletiva, que o objetivo é que a vacina tenha baixíssimo custo, com estimativa de que seja entre R$ 5 e R$ 10.

A pesquisa da vacina contra a Covid-19, de acordo com a universidade, também pode ajudar no desenvolvimento de vacinas contra outras doenças, como a dengue.

Os pesquisadores da universidade também estão testando um imunizante com aplicação nasal. Fonseca comentou sobre a participação da instituição nas pesquisas e enfrentamento à pandemia. 

"O conjunto das universidades públicas brasileiras tem trabalhado como nunca. A universidade tem sido demandada, os cientistas têm sido demandados e nós, absolutamente, não paramos. A vacina tem sido desenvolvida pelos cientistas da nossa universidade", destacou.

 

Pesquisa

A vacina está em fase de testes, mas já apontou a produção de anticorpos em estudos na fase pré-clínica, realizada em camundongos.

Com próximos testes, a pesquisa pretende descobrir se os anticorpos produzidos pela imunização têm efeito neutralizante, ou seja, se eles impedem que o vírus interaja com os receptores das células.

Sem a necessidade de manipulação do vírus, os pesquisadores da UFPR usaram um polímero bacteriano chamado polidroxibutirato (PHB), que utiliza a proteína spike da Covid-19, responsável por ligar o coronavírus à células humanas e de outros mamíferos.

O uso das partículas no imunizante pode induzir o organismo a uma forte resposta imune, segundo a universidade.

 

 

FONTE/CRÉDITOS: G1 PR
Camila Sanches Silva

Publicado por:

Camila Sanches Silva

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